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Síndrome das unhas frágeis, você sabe o que é?

Com o mercado estético e dermatológico em expansão, é crescente o número de procedimentos e novidades para melhorar a aparência. Mas, dentre as queixas nos bastidores, uma questão chama a atenção: unhas fracas e quebradiças. O que pouca gente sabe é que existe uma diferença entre estar com unhas fracas ou sofrer de Síndrome da Unha Frágil, cientificamente conhecida como SUF. A diferença entre elas? A unha pode se encontrar enfraquecida em função de diversas situações e doenças, como anemias, doenças da tireoide e até mesmo falta de vitaminas. Enquanto isso, na SUF, mesmo após a realização de exames de sangue, não se encontra nenhuma causa aparente que justifique a diminuição de resistência da unha.

Cerca de 20% da população é afetada com a Síndrome da Unha Fraca, sendo mais recorrente em mulheres e idosos. Os sinais mais frequentes de SUF podem ser detectados com a descamação das unhas nas bordas, estrias longitudinais (que podem ser mais ou menos profundas), fissuras ou fragmentações triangulares. Para um possível diagnóstico de SUF é realizada uma anamnese completa sobre os hábitos dos pacientes, de possíveis doenças pré-existentes até mesmo sobre o nível de desidratação que o corpo se encontra.

Tratamento

Não existe um tratamento específico para a SUF, com exceção, em alguns casos onde existe algum tipo de doença pré-existente e que cause esse enfraquecimento das unhas. Porém, na maioria, é recorrente o uso de Biotina, uma das vitaminas do complexo B, tradicionalmente conhecida como vitamina B7 e que, após um período prolongado, cerca de 6 a 12 meses, apresenta bons resultados quanto à produção de queratina, o que favorece o crescimento e fortalecimento das unhas.

Porém, o cuidado com as unhas deve ser considerado antes de tudo preventivo. Isso implica em uma mudança de hábitos na rotina de cuidados com as unhas, o intervalo sem as pintar e o uso de produtos menos agressivos, sem acetona e formaldeído, podem levar à melhora significativa desses sinais. Além de fatores externos, é recomendada uma dieta saudável, balenceada e rica em consumo de proteínas. Para um diagnóstico especializado, consulte o seu dermatologista.

 

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Dr. Bruno Vargas
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